sexta-feira, 22 de agosto de 2008

A música japonesa tem muita força no país. Você coloca na MTV Japan e a maior parte da programação é dedicada à música nacional, e sinceramente não deixa nada a desejar. O Japão tem ótimos grupos Pop, rock e pasme, reggae e até black (?!?!?!) ... estranho mesmo é ver um rapper japonês, todo a carater, se achando um "mano"...

Entre os grupos que tenho conhecido, um que me chamou a atenção foi o Spontania. Até onde eu sei ele é formado por dois japas que seguem um estilo meio reggae, inclusive o visual de um deles lembra bastante o Bob hauhauhauhuha ... de qualquer forma, eles têm umas músicas bem legais e alguns clipes nem tanto, inclusive um deles está no meu orkut. A música deste clipe que estou postando tem a participação de uma cantora cujo trabalho ainda não conheço muito, mas que também é bem legal. Eu bem que tentei achar a letra da música com a tradução, mas por enquanto vou ficar devendo... O estilo dessa música deles acaba sendo um pouco diferente das demais, mas mesmo assim ficou muuito bom. Então, fica aqui o clipe de umas das músicas que eu mais tenho ouvido atualmente, uma das minhas preferidas por aqui.

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Em tempos de lei seca aí no Brasil...

domingo, 20 de julho de 2008

Aventura em Onjuku...





Onjuku é linda. Na minha opinião não deixa nada a desejar comparando-a a algumas das nossas praias, principalmente as de São Paulo. Areia fininha, água limpa, a praia é frequentada por muitos jovens, famílias e principalmente surfistas. Há mais de um mês estavamos planejando essa viagem, conseguimos ajeitar tudo para que fosse na semana do meu aniversário e lá fomos nós. A cidade de Onjuku fica a mais ou menos 2h de onde estamos. Saímos daqui na sexta de manhã, logo depois do trabalho e voltamos no sábado a tardinha. Sem dúvida foi uma viagem muito divertida e eu inclusive não hesitaria em dizer que provavelmente essa tenha sido uma das viagens mais divertidas da minha vida e já vou explicar o porque, mas antes deixa eu contar um pouco mais da nossa aventura. Como não conseguimos fazer reserva antes de ir, Edgar pegou o nome de algumas "pousadas" e acabamos indo assim, sem lugar definido para ficar. Procura daqui, procura de lá... e nada... até que chegamos na praia. Eu não sei como funciona em outras praias por aqui, mas em Onjuku a praia conta com várias barracas que na verdade são uma espécie de restaurante ali mesmo na areia, onde além de comer, você pode pagar para usar um locker para guardar as suas coisas, pode alugar todo tipo de parafernalha para usar na praia como cadeiras, guarda-sol, bóias, etc... além disso, nessas "barracas" você encontra banheiro com vestiário e chuveiro e pasme... até secador de cabelo pra você se arrumar para voltar pra casa. É uma estrutura incrível, muito bem organizada como eu nunca havia visto em lugar algum. Uma dessas barracas tinha justamente o mesmo nome de uma pousada que estavamos procurando, então fomos até lá pra conferir. Edgar espremeu todo o seu japonês para falar com um senhor que aparentemente era o dono do lugar. Agora, já em casa, me ocorreu que depois de tudo, faltou ter perguntado pra ele o seu nome, porque esse senhor foi de uma hospitalidade incrível e ele não foi o único. Eu só sei que ele ligou lá pra tal da pousada que leva o mesmo nome da barraca, mas tinha um problema: como explicar pros dois gaijins como chegar até lá?!?! chama fulano, chama ciclano, até que vem ao telefone alguém que falava inglês, problema resolvido né? ... que nada! Falava uma coisa, a moça entendia outra... até que o tiozão da barraca pega o telefone e a moça resolve que viria nos buscar de carro ali na praia. No meio dessa confusão toda, um senhor japonês nós chamou pra sentar com ele, nos pagou café, tentava porque tentava conversar conosco, mais coitado, não conseguiu muita resposta... aliás, acho que nunca fiquei tão frustrada por não falar japonês, pq se falasse tenho certeza que teríamos ficado horas ali conversando com ele.
Depois de alguns minutos chegou uma moça com uma van pra nos pegar... e dá-lhe estrada... anda, anda e nada de chegar no lugar e a praia cada vez mais longe... como faríamos pra voltar tudo aquilo a pé?? Enfim chegamos a tal pousada e a moça que falava inglês veio falar conosco. Edgar comentou com ela que tinha pensado que a hospedaria ficasse mais perto da praia e que ia ficar meio difícil pra gente voltar tudo aquilo a pé outra vez... eram 3 mulheres nessa pousada: uma senhora, a moça que foi nos buscar e a que falava inglês... só sei que pra nossa surpresa absoluta ao invés de falar: blz então, boa sorte pra vcs... essas 3 começaram a ligar pra um e pra outro atrás de um outro lugar pra gente ficar!!!! E além de procurar outro lugar na concorrência, elas ainda estavam procurando lugares que não fossem tão caros!! Sinceramente eu não esperava por uma recepção dessa... e não parou por aí!! ... depois que encontraram um lugar pra gente ficar, as duas moças ainda nos levaram de carro até lá!!! Chegamos então na outra pousada, essa por sua vez ficava praticamente dentro da praia hauahuhauh, era só sair porta afora, dar 5 passos e já estávamos na areia... Isso que eu estou chamando de pousada, na verdade é uma espécie de albergue... você aluga um quarto, com tv e ar condicionado, mas o banheiro é dividido com todo mundo... mas tudo extremamente organizado.
Depois de instalados, fomos dar uma volta na praia. Como era sexta-feira, tinha poucas pessoas na praia, alguns surfistas...
Andamos, brincamos na água e depois fomos lá comer alguma coisa na barraca do tiozão legal. Outra coisa diferente por aqui é que tem horário pra você sair do mar... no caso de Onjuku, é proibido para os banhistas entrar no mar no período das 17h às 9h, então próximo às 17h nos alto falantes da praia começam a avisar que está na hora de sair do mar e aí então a área fica de uso exclusivo aos surfistas e como tem surfista por lá!! Eu acordei às 4:30h da manhã e dei uma olhada pela janela pra ver como estava o tempo... pra minha surpresa o mar já estava cheio de corajosos surfistas... corajosos sim, lembrando que as águas do pacífico são beeeem mais frias do que as do atlântico, as quais estamos acostumados. Lá pelas 10h da manhã fizemos o nosso check out, pegamos as nossas mochilas e fomos lá pra barraca do tiozão. Deixamos as nossas coisas no locker, alugamos um guarda-sol e fomos curtir os 30 e muitos graus do verão japonês. Sabadão, segunda-feira aqui é feriado (dia do mar), logo... praia CHEIA!!! Ahhhh, vale comentar que como era sábado, a barraca do tiozão estava com todo o seu staff, coisa que não tinha no dia anterior, então logo que chegamos por lá e fomos atendidos, o tiozão já veio, nos "apresentou" ao rapaz, garantindo assim que seríamos muito bem tratados e servidos.
Agora vem a parte onde eu explico o porque dessa viagem ter sido uma das mais divertidas da minha vida. Eu já tinha lido em um blog sobre um hábito muito peculiar dos japoneses no que diz respeito a praia: eles adoram bóias!! sim... bóias!! ... de todos os tamanhos, cores, desenhos, formatos... bóias. E não estamos falando de crianças, estamos falando dos adultos mesmo... jovens, moças e rapazes, senhores e senhoras de idade e claro, as crianças também. Quem não tem uma bóia, logo trata de alugar uma. E como eles se divertem na água!!! Não tem como colocar em palavras como é fantástico vê-los brincando na água... com certeza é muito diferente do que estamos acostumados no Brasil... Há quase 30 anos eu vou à praia e nunca, nunca vi pessoas se divertindo tanto no mar como vi nessa viagem. É contagiante ou como se diz em japonês: Sugoi!!! Cada onda é recepcionada por uma sucessão de gritinhos e lá vão eles onda abaixo em suas bóias e pranchinhas... é como eu disse, não tem como explicar tal visão... é simplesmente muuuuito divertido!! ... tenho que dar o braço a torcer, eles podem não ter praias tão bonitas quanto as nossas, mas sem dúvida alguma, sabem se divertir nelas muito mais do que a gente. O legal é que ninguém repara em ninguém... vale tudo, os mais branquinhos entram na água de blusa de manga longa e chapéu pra se proteger do sol, os mais tímidos ou despreparados entram de roupa mesmo, meninos passam bronzeador uns nos outros sem aquela coisa latina machista de que isso é coisa de bicha... enfim, todo mundo se diverte muito, do jeito que quiser e achar melhor...

RESUMO DA VIAGEM:

- Encontramos um pedacinho do paraíso perto de casa;
- Os japoneses são muito desconfiados com relação aos brasileiros, mas superada essa etapa, eles são extremamente gentis e solícitos;
- Em uma das nossas caminhadas vespertinas encontramos um tubarãozinho morto na praia;
- Aumentou ainda mais a vontade de aprender o japonês pra nunca mais perder a oportunidade de uma boa conversa;
- Próxima vez não esquecer de levar uma bóia!!!

I S2 Onjuku!!!

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Enfim... Lar doce lar!!

Estava parada aqui na frente do pc, quando comecei a olhar ao meu redor, os detalhes da minha casa e fiquei muito feliz com o que vi... Minha casa!! Claro que não é minha de verdade, é só um apartamento alugado, do qual posso ser solicitada a me mudar a qualquer momento, mas não é essa a questão... quando chegamos aqui, não tínhamos nada, tudo isso não passava de cômodos vazios, sem personalidade, sem dúvida era uma casa mas ainda não era um "lar". Não é segredo e tão pouco novidade o quanto foi difícil adaptar-me ao Japão e por mais que eu tentasse eu não conseguia enxergar esse lugar como a minha casa. E aí aos poucos fomos comprando uma coisinha qui, outra ali e assim nasceu uma sala, e depois a cozinha.... mas ainda assim eu não conseguia ver isso tudo como meu, eu me sentia uma hóspede na minha própria casa! E o tempo foi passando... arruma-se uma coisinha aqui e outra ali... e hoje me sinto muito feliz em dizer que talvez em toda a minha vida eu não tenha me sentido tão em casa!!! Olho ao redor e vejo nossas fotos na nossa janela balcão, fotos dos amigos dos quais sentimos tanta falta mas que de certa forma estão todos os dias conosco... continuo olhando e vejo as minha plantas na varanda juntamente com aquele varal cheio de roupas!!! ...continuo olhando e vejo uma das minhas telas na parede, logo na entrada... e por falar em entrada, lá eu vejo uma plaquinha com o nosso sobrenome dando boas vindas e também vejo minha plantinha na janela com uma catavento que comprei ontem... cada detalhe que tem aqui dentro foi escolhido com tanto carinho que hoje tudo aqui transmite muito amor e além disso tem a nossa cara! Ahhhh!!! ontem passamos de dois para três!!! Agora somos Lu, GoGa e Geraldinho - O Hamster!! hauhauhauhau
Talvez pareça bobo da minha parte, talvez só alguém que tenha vivido essa experiência de ir pra outro lugar, longe de tudo e de todos que se conhece sabe como é difícil começar tudo de novo e como é bom poder comemorar a vitória de ter superado isso tudo e dizer sem dúvida: EU CONSEGUI!!! E é isso que estou comemorando hoje... o sentimento de pertencer a algum lugar e a alegria de poder dizer que esse é o meu lar doce lar!!!

sexta-feira, 9 de maio de 2008

A menina e o gatinho... animação japonesa

Há alguns meses eu estava assistindo um programa de variedades que passa pela manhã aqui no Japão e tem um quadro em que eles abrem os e-mails enviados pelos telespectadores que mandam vídeos, histórias, fotos, etc... nesse dia alguém mandou esse vídeo. Quando terminou e voltou para as apresentadoras uma delas estava aos prantos e foi fazer algum comentário sobre o vídeo e não conseguiu conter as lágrimas. Pra quem conhece a cultura oriental sabe que eles têm um amor muito grande pelos "pets". Foi uma das coisas que eu não esperava encontrar aqui. Os japoneses são criados para não demonstrar suas emoções, tanto que até hoje não é difícil ver uma japonesa levando a mão à boca na hora de sorrir, é um movimento automático. O afeto e suas demontrações são reprimidas mesmo em família. Há um tempo atrás uma mulher vendo uma colega dar um beijo no rosto do marido perguntou se no Brasil isso era comum. A brasileira então respondeu que sim e perguntou se ela também não beijava o marido e ela respondeu que tinha vergonha. Questão de um mês atrás a manchete dos principais telejornais era o "escândalo" de um casal que foi pego pela câmera de uma estação de trem ou metrô, não me lembro exatamente, dando um beijo de língua. Os japoneses ficaram chocados com tamanha falta de pudor. Então toda essa afetividade reprimida acaba sendo redirecionada aos pets. Cães e gatos aqui são tratados como pequenas jóias peludas. O mercado de produtos para pets é muito diversificado e as clínicas veterinárias são mais frequentes nas ruas do que os próprios hospitais.
Mas voltando ao assunto do vídeo... não culpo a apresentadora por ter perdido a compostura uma vez que após os comerciais ela já havia se recomposto enquanto eu ainda estava aos soluços... hauhauhauhauha
Eu estava lendo o post de baixo, da minha gatinha e lembrei desse vídeo... pensei em procurá-lo no youtube mas pensei que jamais iria encontrá-lo afinal não tinha o nome do vídeo, nem qualquer outra informação a respeito, a não ser que se tratava de uma animação japonesa que poderia ser da própria pessoa que a mandou por e-mail para o tal programa. Mesmo assim, na minha imensa falta do que fazer, abri o youtube e coloquei gatinho no search... 4,770 resultados e só vídeos engraçados sobre gatos... aí tive a grande idéia de colocar no search animação de gatinho e surpreendentemente eu o encontrei com esse nome tão simples: menina e gatinho.
Não é difícil concluir que a essa altura essa que vos escreve já está com os olhos inchados né... É uma animação simples, apareceu no youtube junto a vários tutoriais de como fazer esse tipo de animação... mesmo para um olhar menos sensível, acho difícil permanecer indiferente à história que ela conta. Fica aqui de complemento para o post abaixo... Senhoras e senhores: menina e o gatinho...


Meu aviãozinho... Teco Teco


Eis uma foto da minha filhota com seu vestidinho de inverno que já não serve mais. Alguns meses depois que saí do Brasil ela foi castrada e segundo meu primo, está bem gordinha. É muito gostoso ter o amor de um bichinho, porque ele é puro, é sincero, ele gosta de você pelo simples fato de você existir e nada mais. Te aceita e ama incondicionalmente com as suas qualidades e defeitos. Sinto falta de acordar com o barulho do seu "motorzinho", de quando ela me chamava pra levantar a coberta, de quando ela "mamava" a sua cobertinha até cair no sono... das suas gracinhas, de quando ela me chamava pra brincar correndo de um lado para o outro e se escondendo, de como ela só tomava banho quando eu a colocava no meu colo e de como ela ficava manhosa quando queria o seu danone. Ela era a última coisa que eu via antes de sair de casa e a primeira que eu via quando chegava pois ela sabia quando eu estava chegando e ia até a porta me esperar... eu entrava e ela dava o seu pulinho na minha perna e saia andando na frente, como que me guiando. Se eu estava no computador, ela estava deitada encima do monitor... se eu estava no sofá ela corria e logo se transformava em um rolinho no meu colo... na hora de dormir eu a chamava e ela era a primeira a chegar na cama e como era bom dormir de conchinha com o meu aviãozinho!!!
Há anos eu guardo um poema que achei na internet... simples, meio infantil, mas muito fofo e que significa muito pra mim. É o nosso poema.

O RONRON DO GATINHO

O gato é uma maquininha
que a natureza inventou;
tem pêlo, bigode, unhas
e dentro tem um motor.

Mas um motor diferente
desses que tem nos bonecos
porque o motor do gato
não é um motor elétrico.

É um motor afetivo
que bate em seu coração
por isso faz ronron
para mostrar gratidão.

No passado se dizia
que esse ronron tão doce
era causa de alergia
pra quem sofria de tosse.

Tudo bobagem, despeito,
calúnias contra o bichinho:
esse ronron em seu peito
não é doença - é carinho.

... o coração dói de saudade
Te amo muito meu aviãozinho!!!

Mar - paixão eterna...



Há alguns dias eu estava olhando umas fotos, relembrando algumas viagens, alguns momentos da minha vida e de repente uma coisa me chamou a atenção. É incrível como a felicidade, a sensação de bem estar nos modifica a aparência!!! Nunca fui fotogênica, até uma certa idade não gostava muito de sair em fotos, fazia o possível para evitá-las. Hoje não tenho mais problema com isso, já estou bem consciente e conformada sobre o que vai sair e com essa coisa de máquina digital, com essa possibilidade de ver de imediato como ficou a imagem e poder apagá-la e tentar novamente, nós, pessoas não fotogênicas ganhamos boas chances... A questão é que analisando as minhas fotos pude perceber que especificamente naquelas tiradas em férias ou passeios na praia eu estava diferente das demais. Sou a mesma em todas elas, todas foram tiradas em momentos felizes da minha vida, viagens com o Edgar, momentos em família, o corpo é o mesmo, o cabelo é o mesmo, tudo é igual, mas nessas da praia existe um algo diferente e difícil de explicar, como se fosse uma aura, uma luz diferente, um brilho a mais. A minha paixão pelo mar vem desde muito pequena. As mais antigas que tenho são dos meus pais indo me buscar na escolinha onde eu fazia o maternal, com o carro cheio daquela parafernalha toda e lá íamos nós pra Caraguá. Chegando lá, eu no auge da coragem e determinação dos meus 4 aninhos pedia pro meu pai colocar as minhas bóias de braço, ou minhas asinhas como eu as chamava, pegava a minha pranchinha de isopor e ia correndo me aventurar à beira mar sempre sob o olhar atento da minha mãe, até que o meu pai me pegava nos braços e me levava com ele mais para o fundo...
Os anos foram se passando, eu fui crescendo e esse amor foi aumentando a ponto de ficar doente toda vez que tinha que voltar pra casa, no final das férias. Hoje, com quase 30 anos ainda choro escondido quando as férias acabam e tenho que voltar pra casa, porque na minha cabeça a minha casa de verdade é onde o mar estiver. Me emociono toda vez que vejo aquela imensidão azul lá do alto da serra, toda vez que escuto o barulho das ondas. Ali, naquele momento eu esqueço dos problemas, do stress, dos medos, das angústias, ali olhando para ele ou envolvida por suas águas eu sou sinônimo de felicidade, me sinto completa, segura, em casa. Eu estava precisando declarar todo esse amor e escolhi fazê-lo aqui, no mundo da lua e para ilustrar escolhi esse vídeo, sobre golfinhos, que peguei no youtube. Espero que gostem!!
P.S: Talvez para quem não tenha Real Player, não funcione o audio do vídeo...